Conto-te os segundos, sossego
Os dois mundos nos meus dedos tornam-se mais e mais iguais...
Mata-me a sede essa voz
Que se entrenha como nós num tempo de sagas fatais
Reconto a história sem vértices, numa analepse perfeita trazida de além mar
N´areia branca descanso
nos segundos de um dia em que tudo se trancende ainda mais
Se há rochas soltas na falésia...
nao me intimida a queda que se diz tão real
Tenho em mim asas de ti
que sustentam o meu medo, saturado pelo sal
sem qualquer palavra :)
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