sexta-feira, 26 de março de 2010

Conto-te os segundos, sossego

Os dois mundos nos meus dedos tornam-se mais e mais iguais...

Mata-me a sede essa voz

Que se entrenha como nós num tempo de sagas fatais

Reconto a história sem vértices, numa analepse perfeita trazida de além mar

N´areia branca descanso

nos segundos de um dia em que tudo se trancende ainda mais

Se há rochas soltas na falésia...

nao me intimida a queda que se diz tão real

Tenho em mim asas de ti

que sustentam o meu medo, saturado pelo sal

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